A responsabilidade social deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a fazer parte da estratégia de negócios das empresas que pensam no longo prazo. No Brasil, esse movimento já é realidade: pesquisas realizadas pela Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio para o Brasil), em 2024, e pelo Pacto Global da ONU, em 2023, apontam que quase 80% dos empresários brasileiros aderem a pelo menos um compromisso ligado à sustentabilidade, à responsabilidade corporativa ou à agenda ESG.
Apesar disso, apenas entre 20% e 40% das empresas contam com programas estruturados, contínuos e integrados à governança, especialmente quando o assunto é responsabilidade social. É nesse cenário que a Castor se destaca ao consolidar um modelo de atuação social baseado em constância, planejamento e impacto real.
Neste artigo, você vai conhecer as iniciativas apoiadas pela Castor. Boa leitura!
Responsabilidade social integrada à estratégia
Na Castor, a responsabilidade social não acontece por meio de ações isoladas ou pontuais. Ela faz parte do planejamento estratégico da empresa e está diretamente conectada à sua governança corporativa, ao envolvimento da liderança e à participação ativa dos colaboradores.
“A responsabilidade social não é um apêndice do negócio, mas parte da nossa identidade”, afirma Hélio Antônio Silva, presidente e CEO da Castor. Segundo ele, esse modelo reduz o risco de descontinuidade dos projetos em momentos de mudança econômica ou de gestão, garantindo impacto social consistente ao longo do tempo.
Entre as principais iniciativas apoiadas pela Castor, estão:
- Parceria com as APAEs: inclusão que gera autonomia e pertencimento
Uma das iniciativas de maior destaque é a parceria da Castor com as APAEs (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). Em Ourinhos-SP, por exemplo, a empresa emprega 29 das 79 pessoas atendidas pela APAE que atuam no mercado de trabalho local, o que representa quase 40% dessa demanda.
De acordo com Solange Carvalho, orientadora social da APAE, a Castor vai além do cumprimento da legislação de cotas. “É nossa maior parceira hoje. A empresa valoriza a diversidade de forma humana e respeitosa. Temos colaboradores incluídos que estão na Castor há mais de 15 anos, com histórias de desenvolvimento e estabilidade”, destaca.
A psicóloga da entidade, Cláudia Bocetto, reforça que a inclusão no mercado de trabalho impacta diretamente a autonomia, a autoestima e a independência das pessoas com deficiência. “Grande parte dos nossos alunos vem de situações de extrema vulnerabilidade. Quando há renda fixa, muda a realidade de toda a família”, explica.
Além disso, a inclusão fortalece o sentimento de pertencimento social, amplia relações, reduz o preconceito e consolida a identidade da pessoa como sujeito de direitos e deveres.
Felipe dos Santos Ricardo, de 39 anos, é um exemplo desse impacto positivo. Ele trabalha na Castor há mais de 15 anos, auxiliando no escritório da fábrica. “Eu gosto muito de lá e das pessoas também. Todos me respeitam. Sou feliz e não quero sair nunca”, conta.
- Formação profissional: parceria com o SENAI e investimento no futuro
Outro pilar importante da atuação social da Castor é a formação profissional de jovens, realizada em parceria com o SENAI. A empresa atua como mantenedora dos programas, oferecendo apoio financeiro e estrutura para a capacitação técnica de futuros profissionais da indústria.
Entre os cursos estão a Aprendizagem Industrial em Colchoeiro e o curso de Operador Logístico. O modelo combina formação teórica no SENAI com vivência prática nas unidades fabris da Castor, criando uma conexão direta entre educação e empregabilidade.
“Essa parceria fortalece a indústria local e contribui para o desenvolvimento de novos talentos. Muitos jovens acabam sendo absorvidos pela própria empresa, o que gera crescimento profissional sustentável e reduz a rotatividade”, afirma o CEO.
Anualmente, cerca de 40 jovens participam do programa de menor aprendiz nas unidades da Castor localizadas em Ourinhos-SP, Juiz de Fora-MG, Passo Fundo-RS e Pombos-PE, ampliando o alcance regional da iniciativa e promovendo desenvolvimento socioeconômico em diferentes estados.
Beatriz Lopes, de 18 anos, é um desses exemplos. Após um ano como jovem aprendiz, ela foi efetivada e hoje atua na loja virtual da empresa. “A experiência, junto com o curso pelo SENAI, foi fundamental para meu desenvolvimento profissional e para que eu fosse efetivada com mais segurança e conhecimento”, relata.
- Sono do Bem: bem-estar como propósito permanente
Entre os projetos mais recentes está o Sono do Bem, uma ONG estruturada pela Castor com foco na doação de colchões e na melhoria das condições de descanso de pessoas em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa parte do entendimento de que o sono de qualidade é essencial para a saúde, o bem-estar e a dignidade humana. “Com o Sono do Bem, reforçamos nosso propósito de levar bem-estar a quem mais precisa”, afirma Hélio Antônio Silva.
A expectativa é que o projeto se consolide como uma frente permanente de atuação social, com potencial de ampliar parcerias e alcançar diferentes regiões do Brasil, sempre alinhado ao propósito da marca.
Crescimento econômico e impacto social caminham juntos
Para a Castor, crescimento econômico e impacto social positivo não são objetivos opostos. Pelo contrário. A empresa acredita que seu papel vai além da produção de colchões e da geração de resultados financeiros.
“Temos a responsabilidade de contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde estamos presentes e de atuar como agentes de transformação”, conclui o CEO.
Ao investir em inclusão, educação profissional e acesso ao bem-estar, a Castor reafirma seu compromisso com uma atuação social sólida, contínua e alinhada aos princípios ESG, contribuindo para um futuro mais justo e sustentável.